Arquivo do mês: junho 2010

Novas mídias com velhas ações não adianta (Webinsider)

22/05/2010 22:34

Por: Pedro Cordier (http://pedrocordier.wordpress.com)

Marketing de relacionamento 2.0 é melhorar os produtos e serviços das empresas a partir da real preocupação com o cliente, mais do que gastar verba em mídia de massa ou fazer sorteio para ter mais seguidores no Twitter.

Apesar de conseguirmos pinçar alguns exemplos de marketing de relacionamento 2.0, a maioria esmagadora das empresas ainda utiliza as ferramentas de conectividade (redes rociais, blogs, fóruns, wikis, enfim, todo o mix do marketing digital) de uma maneira equivocada.

O que estamos percebendo é uma enxurrada de “velhas ações, utilizando novas mídias“: sorteios no Twitter buscando o puro e simples aumento de seguidores, criação de comunidades sem qualquer tipo de finalidade e engajamento, blogs que só fazem “vender” produtos…

Independente do marketing “2pontoalgumacoisa“, o que falta para as empresas é estabelecer um relacionamento verdadeiro com o consumidor (ou, prosumer, como previu o visionário Alvin Tofler).

Campanhas publicitárias são importantes? Com certeza! Desde que a marca possa cumprir as promessas que faz para consumidor através da mídia, concentrando seus esforços na melhoria dos produtos e serviços existentes e no desenvolvimento de novos produtos e serviços de qualidade!

As empresas, seus profissionais de marketing e suas respectivas agências precisam urgentemente entender que, com a revolução digital, não dá mais para tapar o sol com a peneira.

Ainda que a empresa tente ocultar suas fragilidades, o consumidor conectado utiliza os blogs, as redes sociais e várias outras ferramentas para denunciar experiências ruins com produtos e serviços.

As dissonâncias cognitivas agora são expostas sem censura, desmascarando comerciais em horário nobre e páginas duplas de revista, escoando, ralo abaixo, milhões de reais em propaganda!

Como disse o Antonio Mafra, “o marketing poderá ter os dígitos que quiser, mas o consumidor somente irá participar, colaborar, falar positivamente sobre você e, finalmente, se engajar, ao perceber que o seu comprometimento com ele foi real“.

Ou as empresas entendem o que está acontecendo e passam a melhorar seus produtos e serviços a partir da real preocupação com o cliente ou vão ter que torrar, cada vez mais verba em mídia de massa para tentar dissimular (sem sucesso) a realidade percebida pelo consumidor.

http://webinsider.uol.com.br/2010/05/22/novas-midias-com-velhas-acoes-nao-adianta/

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Redes Sociais – Conheça as Redes Sociais mais Usadas no Mundo (Brasil SEO)

Para os interessados em Redes Socias, SEO e SEM segue-se uma notícia interessante: Foi divulgado um panorama das redes sociais mais usadas populares em cada país ao redor do mundo. Os dados foram obtidos de Alexa.com no dia 17 de setembro de 2008, oriundos de usuários que usam o Alexa toolbar e de “dados de tráfego de diversas outras fontes” – segundo Alexa.com.

Gráficos por continente - comScore World Metrix – Junho 2007
Fonte: comScore World Metrix – Junho 2007

Foi constado que as redes sociais mais populares como o Orkut do Google ficou em primeiro lugar no Brasil, na Índia e no Paraguai. Já nos EUA o mais usado é o Myspace da Microsoft, sendo o Facebook o mais utilizado no Canadá, Austrália, e em alguns países da América do Sul, do Oriente Médio, e do Norte da África. Na América Central predomina a rede social HI-5 e por fim na Europa e na Ásia o cenário é bem variado, sendo grande o uso da rede social Bebo na Europa.

A imagem abaixo ilustra quais redes sociais são mais populares em cada país*:

oxyweb.co.uk
Fonte: Imagem extraída de http://www.oxyweb.co.uk/blog/

* Algumas mudanças a partir de agosto de 2008 ocorreram em relação a esse mapa:

Facebook superou HI-5 na Albânia
Facebook superou Myspace na Áustria
Facebook superou HI-5 em Bahamas
Facebook superou Myspace na Itália
Facebook superou Myspace na Líbia
Facebook superou Skyrock em Madagascar
Facebook superou Bebo na Nova Zelândia
Facebook superou Orkut no Catar
Facebook superou Orkut no Uruguai
HI-5 superou Myspace na Síria

http://www.brasilseo.com.br/social-media-marketing/redes-sociais-conheca-as-redes-sociais-mais-usadas-no-mundo

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Redes sociais temáticas crescem rápido (Info)

Priscila Jordão, de INFO Online

Segunda-feira, 17 de maio de 2010 – 16h55

SÃO PAULO – Redes sociais segmentadas crescem, diversificam-se e ampliam seu público.

A estilista Carolina Kawauchi, de 29 anos, descobriu na comida japonesa uma inspiração para criar roupas e acessórios de moda em forma de sushi e de outros itens da gastronomia oriental.

Assim surgiu a grife Sushi. C. Mas você não vai encontrar tais criações em lojas. Carolina vende suas peças pela internet e em feiras e bazares. Por isso, dedica cinco horas de seus dias para usar redes sociais e divulgar seu trabalho. Embora visite o orkut e o Facebook, Carolina escolheu como base o byMK, rede brasileira especializada em moda. Lá, encontra um público com interesses semelhantes aos seus e tem mais chances de ser bem-sucedida nos negócios.

Redes sociais como o byMK estão ganhando espaço na internet e têm sido descobertas por mais gente que quer se focar num tema. “A ideia é ter pessoas de um segmento específico, que entendam e se interessem muito por determinado assunto”, diz Elizabeth Saad, professora da Universidade de São Paulo especializada em mídias digitais.

A tendência é que as redes temáticas cresçam, mas sem disputar público com as grandes. Elas devem complementar discussões e espaços que as mais gerais não preenchem. No Brasil, o terreno é fértil. Aqui, a média mensal de tempo gasto em redes sociais é de 6,3 horas, e o número de páginas vistas por pessoa chega a 1 220. É quase o dobro da média mundial, de 3,7 horas. Os brasileiros perdem apenas para os russos, que assinalam 6,6 horas mensais.

Redes sociais temáticas crescem rápido

Carolina Kawauchi: criações de moda mostradas na rede byMK

Mais redes sociais?

No Brasil, 70% dos internautas têm perfil em pelo menos uma rede social. Isso não quer dizer, no entanto, que todo mundo encontre o que busca no orkut ou no Facebook. Por reunir muita informação, eles acabam sendo genéricos demais, sem filtros. Enquanto você procura um dado de seu interesse, convive com atualizações dos contatos, descobre que eles ganharam uma vaquinha no FarmVille ou que saíram com os amigos no fi m de semana. Nas redes temáticas, isso dificilmente ocorre, já que supostamente todos estão lá para conversar sobre o assunto principal.

Os aplicativos são um diferencial. Com eles, as redes sociais ampliam as discussões encontradas em fóruns. Duas delas, especializadas em livros, Skoob e O Livreiro, catalogam obras na estante virtual dos usuários. “Existem ferramentas no orkut para indexar livros ao perfil, mas elas são muito bagunçadas”, afirma Lindenberg Moreira, criador do Skoob (books ao contrário). A rede reuniu em um ano 140 000 usuários interessados em discutir e resenhar seus títulos preferidos. No byMK, um aplicativo permite que Carolina crie looks misturando fotos de roupas, inclusive de suas criações. O Vaga-Lume, de música, transmite faixas por streaming e monta tabelas com as canções mais ouvidas. Já o Ikwa, sobre educação e carreira, cria gráficos animados com divisões das áreas do conhecimento em profissões e mostra as instituições de ensino que oferecem os cursos.

A gigante americana Converdge, dona de redes de sucesso no exterior, investiu alto para montar aqui o Kigol, lançado em fevereiro. Falando sobre futebol, ela agrega resultados de jogos, notícias de portais e atualizações sobre jogadores e clubes. Segundo Vinicius Neves, diretor da rede, a intenção é fechar contrato com jogadores como Rogério Ceni, para que eles atualizem suas próprias páginas. “Estudiosos acreditam que a soma de informações promovida pelas redes sociais não ocorre em outro ambiente de forma tão natural”, diz Elizabeth Saad. Isso reforça a aposta do Kigol.

Hora de fazer dinheiro

Embora as redes temáticas estejam no país há pouco tempo, empresas e agências de publicidade se mobilizam para tirar delas o máximo proveito. No caso de O Livreiro, ao mesmo tempo em que se aproxima dos aficionados por livros, a parceira Livraria Cultura oferece seu produto com exclusividade pela rede.

A dona do Kigol aposta na receita publicitária obtida com anúncios segmentados. Se as fabricantes de produtos esportivos conseguem localizar exatamente o público-alvo de chuteiras e camisetas, a taxa de conversão dos anúncios tende a ser maior. E a boa notícia para as redes temáticas é que a pequena verba que as empresas destinam à internet (em média 4% da verba publicitária) tende a aumentar. “Ainda que elas sejam pouco representativas no momento, os investimentos tendem a crescer porque o retorno é quase garantido”, diz Henrique Vieira, diretor da BG Interativa, companhia de marketing online.

http://info.abril.com.br/noticias/internet/so-amigos-tematicos-17052010-37.shl

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Monitore o buzz no Twitter e no Facebook simultaneamente (Escave…)

http://www.midiassociais.net/2010/05/monitore-o-buzz-no-twitter-e-no-facebook-simultaneamente/

Kurrently é uma ferramenta simples que permite o monitoramento simultâneo do Facebook e Twitter. É extremamente útil, pois reduz o processo tedioso e desnecessário de ter que monitorar conversas individuais nas plataformas sociais.

Mais importante, ele tem uma interface de usuário simples e retorna os resultados em tempo real sem a necessidade de atualizar a página. Uma boa ideia seria deixar o Kurrently aberto na aba do navegador, enquanto os resultados se acumulam. Você poderia voltar para monitorar essas conversas sempre que o tempo permitir, tudo em uma só  página.

[penn olson]

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Internautas brasileiros são os que mais acessam as redes sociais (G1)

Pesquisa da Nielsen indica que 86% dos internautas estão nas redes.
78% dos italianos e 77% dos espanhóis participam de comunidades on-line.

Do G1, em informações da EFE

computador na internet86% dos internautas brasileiros acessam sites
como Orkut e Facebook

Os brasileiros são os internautas que mais acessa as redes sociais e os blogs, de acordo com os dados de abril divulgados pela empresa especializada em internet Nielsen.

No país, 86% dos internautas estão conectados a redes sociais sendo que em abril cada brasileiro dedicou, em média, mais de cinco horas por mês a esses tipos de sites. Parte dessa popularidade se deve ao Orkut. Criado em 2004, em setembro de 2005 metade dos usuários do site já era brasileira.

O estudo reflete um aumento de 24% nas visitas às redes sociais durante o último ano e afirma que a expansão e a presença das redes sociais e blogs é uma tendência irreversível. Pela primeira vez, os internautas dedicam às redes sociais uma de cada quatro horas que passam conectados a internet, 66% mais que um ano atrás.

Em segundo lugar estão os italianos: 78% estão nessas redes. Entre os espanhóis, são 77% dos usuários. Na Itália, o Facebook é um dos sites mais visitados. A rede social é, inclusive, mais popular que nos mercados de língua inglesa – Austrália, Reino Unido e Estados Unidos –, ao contar com 66% de usuários ativos, contra 63% do primeiro e 62% dos dois outros países.

Só a Austrália supera a Itália no tempo em que seus internautas passam no site, com sete horas e 45 minutos em média frente às sete horas do país europeu.

Na Espanha, o Facebook ganhou 57% dos usuários, atrás do Reino Unido e com a mesma percentagem da França.

Apesar de sua expansão em muitos países europeus e de língua inglesa, o Facebook tem dificuldade para penetrar no Japão, onde só conta com 3% de usuários.

Quanto aos sites da internet mais populares, o Google se mantém no topo, com 82% de visitantes, onde o usuário passou de uma hora e meia a 21 minutos em abril.

Em segundo lugar, ficou o conjunto de buscadores e portais da Microsoft, (MSN, WindowsLive e Bing), com 62%, que superou o Facebook (54%) e o Yahoo! (53%).

Apesar de seu terceiro lugar em popularidade, a rede social Facebook foi o site em que os internautas de todos os países passaram mais tempo, em média seis horas por pessoa.

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Apenas 3% dos brasileiros acessam redes sociais pelo celular, diz estudo (IDG Now!)

Por Thiago Luis, do IDG Now!
Publicada em 01 de junho de 2010 às 15h10
Atualizada em 01 de junho de 2010 às 15h30

Pesquisa aponta que esse número sobe para 13% quando usuários possuem smartphones; Europa e EUA passam dos 10% do uso desse tipo de serviço.

Uma pesquisa divulgada pela Acision nesta terça-feira (1º/6), aponta que apenas 3% dos brasileiros acessam redes sociais via telefone celular. Entre eles, os usuários de smartphones se destacam um pouco mais, representando 13,7% dos acessos.

Com cerca de 180 milhões de telefones móveis nos país, esse índice ainda é muito baixo, principalmente, em relação a outras regiões do mundo. Na Europa, por exemplo, cerca de 13,7% dos internautas acessam as redes sociais pelo telefone, enquanto nos Estados Unidos o número é ainda maior, chegando a 18,7% dos usuários.

Para o presidente da Acision para a América Latina, Rafael Steinhauser, os números indicam o grande potencial que o mercado brasileiro ainda pode oferecer. “O Brasil é um dos líderes quando falamos em redes sociais e, com o grande mercado de telefonia no país, certamente cada vez mais aparelhos devem permitir esse tipo de acesso”, comentou ele, durante a quarta edição do MAVAN – Monitor Acision de Vas Móvel – nesta terça-feira (1/6).

O estudo também informou que 37% dos acessos via celular são feitos com o uso de aplicativos, como Tweetie, Snapu e o Facebook.

Além disso, 29% dos entrevistados costumam acessar da escola ou do trabalho, 20% quando estão entediados; 19% nos ônibus, no metrô ou no trem e 17% na hora do almoço ou em casa.

Para o consultor de mídias, tecnologia e telecom André Biancchi, um dos empecilhos no mercado brasileiro para a baixa taxa de penetração móvel nas redes sociais é o alto valor cobrado pelas operadoras de telefonia móvel para o acesso à internet. “Hoje os pacotes de dados que permitem acesso à internet ainda são caros, o que dificulta que a grande parte da população possa usar o serviço”, indicou.

A pesquisa foi realizada pela Teleco nos meses de novembro, fevereiro e março, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. A base da pesquisa foi de 2250 pessoas.


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