Arquivo do mês: fevereiro 2011

Vale uma nota!

Ouvindo Bruno Aleixo atormentar o Busto com suas histórias. Contava ele que as notas do Euro eram maiores conforme o valor e que no projeto, a nota de 500 Euros pesaria 750g. “Uma parvoíce!” Daí fiquei curioso e fui pesquisar as maiores (noutro sentido) notas que existem ou existiram. Limitei-me às verdinhas:

Nota de US$ 500,00

O governo americano imprimiu certa quantidade dessas notas nos idos de 1928. Hoje são raras, itens de colecionador. Estampa a cara do presidente William McKinley.

Nota de US$ 1.000,00

Também rodaram em 1928. Todas as notas com valor de face acima de US$ 100,00 foram descontinuadas após 1946. As notas de mil foram recolhidas em 1969. São hoje peças raras de coleção e valem algumas vezes seu valor original. Em tempo, o cidadão homenageado é o presidente Grover Cleveland

Nota de US$ 5.000,00

Sim, eles brincaram de fazer um pedaço de papel que valia 5.000 doletas. A “brincadeira” data de 1934. Foi também recolhida em 1969. O Tio Sam da vez foi o presidente James Madison.

Nota de US$ 10.000,00

Se você já tinha achado sem noção a cédula anterior, o que dizer de uma nota de DEZ MIL DÓLARES?? Ano: 1934. Não traz um presidente, mas sim o secretário do tesouro Chase.

NOTA DE US$ 100.000,00!

Os caras são foda. Tiveram essa ideia. Mas de cara esclareço que não é uma cédula propriamente. São certificados de ouro. Foram feitos só 42.000 (isso é muito pouco quando se fala em impressão de dinheiro) e restam poucas “vivas”, na mão de colecionadores e em alguns museus. Traz o Mr. President Woodrow Wilson e, importante: foi feita pelo e para o governo. Nunca entrou em circulação.

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Vagas de Social Media que tô sabendo:

1. MTraffic, pra trabalhar com o @duduzao, tem que curtir futebol, imagino. Não sei mais detalhes, mas foi publicada assim: mtraffic MTraffic: Venha trabalhar com a gente! http://on.fb.me/fesDmu MTRAFFIC #sp contrata EDITOR JR

2. Freela na Wunderman, pra trabalhar com clientes grandes e com gente legal: WUNDERMAN #sp busca freelancers de CONTEÚDO. alocados na agência. mais informações em http://on.fb.me/dSX918

3. IQPC. mesquitabrunam Mesquita Bruna: Vaga p/ Analista de Social Media, enviar c.v p/ mesquitabrunas@gmail.com. Alguém indica uma pessoa?

4. Draft FCB: @paulafaap paulafaap Algum coordenador/planejador de social media para indicar? (please rt pipow)

5. Muitas outras, sempre, em http://twitter.com/socialtrampos

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A sala de estar

Realizou-se o planejamento e execução do suporte em Social Media para uma promoção. Até então a marca não tinha uma presença digital. E a ideia foi justamente que a promoção servisse como inicio de um processo, com planos de continuidade. Eis que uma consumidora foi premiada e, na página do Facebook, manifestou toda a sua alegria. O que vai acontecer com a menção? Antes mesmo de ser analisada no relatório do monitoramento – que prudentemente o cliente viera a contratar – vai ser feito um print. O atendimento mais ligeiro ou o “cara de Social” farão questão de serem os primeiros a espalhar a boa nova. Enviamos emails orgulhosos pro cliente. Mas quem produziu esse comentário? Não foi Social Media nem a agência. O que fizemos foi criar um ambiente propício para essa manifestação. O que me fez pensar: o quanto do nosso trabalho não é criar salas de estar para os consumidores?

Parque temático X parquinho X playground

Podemos ter salas mais bacanas ou salas furrecas. Nossa sala pode ter TV de 50 polegadas ou pode ter só um radinho de pilha. Nossa “sala” pode piscina e coquetéis como pode ter um banquinho e um caderno. Enfim, é como queremos nos relacionar ou expor. Pirando mais, (vai, pira mais!) podemos fazer um paralelo com a embalagem dos produtos. No fim é tudo ponto de contato!

Balcão de atedimento

O que nossas caprichadas (nem sempre) salas tem por uninimade é um balcão de informações. E como são nossos balcões? Tem gente pra atender ou fica vazio? Anotam os pedidos ou deixam pra lá? Um bedel recolhe e resolve tudo pro dia seguinte? {Falando sério agora[sério digo sem metáforas(até porque estavam me confundindo)]} É alguém do SAC ali? É alguém da agência? É o cliente? É alguém no cliente? É 24/7? PRECISA SER 24/7? É aprovado? É censurado? Funciona? É certo?? É errado??? Sim???? Não????

Não sei; cada caso é um caso; depende; talvez. Tudo serve como resposta. Sempre vai ter alguém defendendo. São tempos de mais caciques do que índios! Tem muito especialista e pouco conhecedor! Tem muito guru e pouco mestre. [ops, panfletário]

 

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“2011: ano decisivo para as mídias sociais”

Lúcido e esclarecedor artigo da Cláudia Valls, analista de mídias sociais e colaboradora do iDigo, que vi no AdNews.

Orinigalmente publicado em: http://www.adnews.com.br/artigos/112470.html

“Li em um site (Freshnetworks.com) que 2011 será o ano em que as mídias sociais tirarão uma folga. Bem, é difícil acreditar nisto, mas uma coisa é verdade: este é o ano em que haverá mudanças para as agências de mídia social e para as marcas. Um artigo recente do jornalista Tim Sanders realmente nos força a pensar nas estratégias de mídias sociais.

O texto é bem provocativo e o conteúdo do post, em essência, excelente. A matéria foi baseada, por sua vez, em um comentário do chairman da Coca Cola em Nairobi, Chris Kirubi: “Você não precisa de estratégias de mídias sociais – você precisa de estratégias de marca que aproveitem as redes sociais. Não se livre da estratégia convencional apenas porque há um novo canal de comunicação – é assim que se perde a noção de marca. Tecnologia é o rabo, não o cão”.

Como você pode imaginar, tal afirmação causou comoção no meio da social media, com seus consultores e analistas irados e enumerando, de forma enfática, a razão de sua existência e a importância de suas profissões. É claro que os consultores e analistas de mídias sociais são, de fato, importantes nos dias de hoje. Mas, ao invés de toda a histeria que se seguiu à afirmação de Kirubi, o que estes profissionais deveriam dizer é que tudo, inclusive as mídias sociais, dá retorno aos objetivos das empresas e às estratégias de marca. E, mais importante: agrega valor à companhia.

O time de estratégia de qualquer negócio tem como objetivo analisar como as mídias sociais podem ser usadas para contribuir na dinâmica da empresa. O que faz com que este time seja essencial para uma companhia é o fato de que muitos dos seus membros vêm de diferentes áreas de trabalho, com diferentes backgrounds, diferentes visões, especialidades e experiências.

Tudo isso ajuda na hora de se chegar ao cerne de como e porque as mídias sociais podem ser usadas em diferentes funções dentro de uma empresa. Por colocar em prática todo este conhecimento de forma pragmática, o conselho especializado legitima a profissão de consultor e analista de mídias sociais.

Há alguns aspectos que devemos considerar quando pensamos em como as mídias sociais podem ser usadas para ir ao encontro dos objetivos das empresas. A chave deste processo é seguir três áreas:

Análise: entender o porquê de você querer usar as mídias sociais, o que já está sendo posto em prática, o que seus consumidores querem e quais os recursos já estão disponíveis em sua empresa.

Escolha de estratégia: depois de levar em conta toda informação colhida em sua análise, o próximo passo é considerar quais ferramentas e conceitos produzirão melhores resultados para sua companhia.

Implementação estratégica: mídia social não é apenas de uma boa ideia ou campanha – trata-se tanto de uma mudança cultural como de uma tecnológica. Esta implementação requer um planejamento apropriado que garanta que a estratégia que você escolheu seja executada de forma que esteja em sincronia com o restante de sua empresa.

Atualmente, a maioria das companhias ou já tentou usar as redes sociais por conta própria ou procurou por agências especializadas para ajudá-las. Desta maneira, estes comércios e organizações estão bem mais informados a respeito do valor desta nova ferramenta de comunicação e saberão quando o que lhes é oferecido não passa de enganação.

Como resultado, os oportunistas “gurus das mídias sociais” simplesmente desaparecerão? Tomara. E haverá um mercado para quem realmente entende de mídias sociais? Claro que sim! Na verdade, 2011 será o ano em que as empresas saberão distinguir entre os dois e escolher o melhor. E nada de folga!

Por Cláudia Valls, analista de mídias sociais e colaboradora do iDigo”

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Nicolas Cage

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