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Cai vantagem do Orkut em relação ao Facebook no Brasil

Diferença entre números de visitantes únicos dos sites diminui 20%, segundo Comscore

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Números divulgados nesta quinta-feira pela empresa de estatísticas comScore apontam que o Orkut ainda possui a maior audiência entre as redes sociais no país. Contudo, sua vantagem caiu em relação ao segundo colocado, o Facebook.

A primeira alcançou em agosto a marca de 37,14 milhões de visitantes únicos, ante 28,58 milhões do rival – diferença de 8,56 milhões. Em julho, eram 36,4 milhões contra 25,7 milhões – diferença de 10,7 milhões.

Os dados divergem de levantamento divulgado no último sábado pelo Ibope. Este apontou que o Orkut, com 29 milhões de usuários, perdeu o primeiro lugar no país para o Facebook, com 30,9 milhões.

As medições, contudo, têm métodos diferentes, segundo informações do mercado. O Ibope considera o comportamento de 24.000 pessoas no Brasil (4.000 em locais de trabalho e 20.000 em residências). Já a Comscore analisa 60.000 usuários, divididos igualmente entre domésticos e profissionais.

http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/cai-vantagem-do-orkut-em-relacao-ao-facebook-no-brasil

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Vagas de Social Media que tô sabendo:

1. MTraffic, pra trabalhar com o @duduzao, tem que curtir futebol, imagino. Não sei mais detalhes, mas foi publicada assim: mtraffic MTraffic: Venha trabalhar com a gente! http://on.fb.me/fesDmu MTRAFFIC #sp contrata EDITOR JR

2. Freela na Wunderman, pra trabalhar com clientes grandes e com gente legal: WUNDERMAN #sp busca freelancers de CONTEÚDO. alocados na agência. mais informações em http://on.fb.me/dSX918

3. IQPC. mesquitabrunam Mesquita Bruna: Vaga p/ Analista de Social Media, enviar c.v p/ mesquitabrunas@gmail.com. Alguém indica uma pessoa?

4. Draft FCB: @paulafaap paulafaap Algum coordenador/planejador de social media para indicar? (please rt pipow)

5. Muitas outras, sempre, em http://twitter.com/socialtrampos

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A sala de estar

Realizou-se o planejamento e execução do suporte em Social Media para uma promoção. Até então a marca não tinha uma presença digital. E a ideia foi justamente que a promoção servisse como inicio de um processo, com planos de continuidade. Eis que uma consumidora foi premiada e, na página do Facebook, manifestou toda a sua alegria. O que vai acontecer com a menção? Antes mesmo de ser analisada no relatório do monitoramento – que prudentemente o cliente viera a contratar – vai ser feito um print. O atendimento mais ligeiro ou o “cara de Social” farão questão de serem os primeiros a espalhar a boa nova. Enviamos emails orgulhosos pro cliente. Mas quem produziu esse comentário? Não foi Social Media nem a agência. O que fizemos foi criar um ambiente propício para essa manifestação. O que me fez pensar: o quanto do nosso trabalho não é criar salas de estar para os consumidores?

Parque temático X parquinho X playground

Podemos ter salas mais bacanas ou salas furrecas. Nossa sala pode ter TV de 50 polegadas ou pode ter só um radinho de pilha. Nossa “sala” pode piscina e coquetéis como pode ter um banquinho e um caderno. Enfim, é como queremos nos relacionar ou expor. Pirando mais, (vai, pira mais!) podemos fazer um paralelo com a embalagem dos produtos. No fim é tudo ponto de contato!

Balcão de atedimento

O que nossas caprichadas (nem sempre) salas tem por uninimade é um balcão de informações. E como são nossos balcões? Tem gente pra atender ou fica vazio? Anotam os pedidos ou deixam pra lá? Um bedel recolhe e resolve tudo pro dia seguinte? {Falando sério agora[sério digo sem metáforas(até porque estavam me confundindo)]} É alguém do SAC ali? É alguém da agência? É o cliente? É alguém no cliente? É 24/7? PRECISA SER 24/7? É aprovado? É censurado? Funciona? É certo?? É errado??? Sim???? Não????

Não sei; cada caso é um caso; depende; talvez. Tudo serve como resposta. Sempre vai ter alguém defendendo. São tempos de mais caciques do que índios! Tem muito especialista e pouco conhecedor! Tem muito guru e pouco mestre. [ops, panfletário]

 

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“2011: ano decisivo para as mídias sociais”

Lúcido e esclarecedor artigo da Cláudia Valls, analista de mídias sociais e colaboradora do iDigo, que vi no AdNews.

Orinigalmente publicado em: http://www.adnews.com.br/artigos/112470.html

“Li em um site (Freshnetworks.com) que 2011 será o ano em que as mídias sociais tirarão uma folga. Bem, é difícil acreditar nisto, mas uma coisa é verdade: este é o ano em que haverá mudanças para as agências de mídia social e para as marcas. Um artigo recente do jornalista Tim Sanders realmente nos força a pensar nas estratégias de mídias sociais.

O texto é bem provocativo e o conteúdo do post, em essência, excelente. A matéria foi baseada, por sua vez, em um comentário do chairman da Coca Cola em Nairobi, Chris Kirubi: “Você não precisa de estratégias de mídias sociais – você precisa de estratégias de marca que aproveitem as redes sociais. Não se livre da estratégia convencional apenas porque há um novo canal de comunicação – é assim que se perde a noção de marca. Tecnologia é o rabo, não o cão”.

Como você pode imaginar, tal afirmação causou comoção no meio da social media, com seus consultores e analistas irados e enumerando, de forma enfática, a razão de sua existência e a importância de suas profissões. É claro que os consultores e analistas de mídias sociais são, de fato, importantes nos dias de hoje. Mas, ao invés de toda a histeria que se seguiu à afirmação de Kirubi, o que estes profissionais deveriam dizer é que tudo, inclusive as mídias sociais, dá retorno aos objetivos das empresas e às estratégias de marca. E, mais importante: agrega valor à companhia.

O time de estratégia de qualquer negócio tem como objetivo analisar como as mídias sociais podem ser usadas para contribuir na dinâmica da empresa. O que faz com que este time seja essencial para uma companhia é o fato de que muitos dos seus membros vêm de diferentes áreas de trabalho, com diferentes backgrounds, diferentes visões, especialidades e experiências.

Tudo isso ajuda na hora de se chegar ao cerne de como e porque as mídias sociais podem ser usadas em diferentes funções dentro de uma empresa. Por colocar em prática todo este conhecimento de forma pragmática, o conselho especializado legitima a profissão de consultor e analista de mídias sociais.

Há alguns aspectos que devemos considerar quando pensamos em como as mídias sociais podem ser usadas para ir ao encontro dos objetivos das empresas. A chave deste processo é seguir três áreas:

Análise: entender o porquê de você querer usar as mídias sociais, o que já está sendo posto em prática, o que seus consumidores querem e quais os recursos já estão disponíveis em sua empresa.

Escolha de estratégia: depois de levar em conta toda informação colhida em sua análise, o próximo passo é considerar quais ferramentas e conceitos produzirão melhores resultados para sua companhia.

Implementação estratégica: mídia social não é apenas de uma boa ideia ou campanha – trata-se tanto de uma mudança cultural como de uma tecnológica. Esta implementação requer um planejamento apropriado que garanta que a estratégia que você escolheu seja executada de forma que esteja em sincronia com o restante de sua empresa.

Atualmente, a maioria das companhias ou já tentou usar as redes sociais por conta própria ou procurou por agências especializadas para ajudá-las. Desta maneira, estes comércios e organizações estão bem mais informados a respeito do valor desta nova ferramenta de comunicação e saberão quando o que lhes é oferecido não passa de enganação.

Como resultado, os oportunistas “gurus das mídias sociais” simplesmente desaparecerão? Tomara. E haverá um mercado para quem realmente entende de mídias sociais? Claro que sim! Na verdade, 2011 será o ano em que as empresas saberão distinguir entre os dois e escolher o melhor. E nada de folga!

Por Cláudia Valls, analista de mídias sociais e colaboradora do iDigo”

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“Estudo vincula uso de redes sociais a desempenho acadêmico inferior”

Artigo publicado no Uol em http://noticias.uol.com.br/bbc/2010/09/08/estudo-vincula-uso-de-redes-sociais-a-desempenho-academico-inferior.jhtm.

Opiniões ao final.

“Um estudo holandês vinculou o uso de redes sociais como o Facebook a um desempenho acadêmico inferior.

O efeito seria consequência da forma como sites de redes sociais são usados: o usuário fica permanentemente conectado ou faz várias visitas diárias ao site enquanto realiza, simultaneamente, outras atividades.

A pesquisa, feita por Paul Kirschner, da Open University, na Holanda, foi publicada na revista científica Computers in Human Behaviour.

Ela questiona teorias atuais de que o cérebro do jovem moderno, moldado pela era digital, estaria adaptado a processar simultaneamente canais múltiplos de informação.

Kirschner sugere que, em comparação com estudantes que realizam uma tarefa de cada vez, os adeptos do multitasking (fazer várias atividades ao mesmo tempo) precisam de mais tempo para o aprendizado e cometem mais erros no processamento da informação.

Ele explica que o estudo é preliminar e precisa ser aprofundado. O pesquisador entrevistou 219 estudantes de uma universidade pública holandesa.

A análise dos dados revelou que usuários do Facebook apresentaram, em uma escala de um a quatro, uma nota média de 3,06. Os que não usavam a rede social tiveram desempenho 20% melhor, alcançando em média 3,82 pontos.

O estudo também concluiu que usuários do Facebook estudaram menos horas: entre uma e cinco horas por semana, em comparação com não usuários, que disseram estudar entre 11 e 15 horas por semana.”

Um ponto é que a rede social, assim como a internet, estimula a pensar menos. Outro ponto é que a pessoa fica no Face e não estuda mesmo. A conclusão é que as redes sociais, como muitas coisas (Internet, TV, remédios…) são úteis se bem utilizadas, e podem ser prejudiciais se mal empregadas.

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A evolução da privacidade no Facebook

Matt McKeon criu uma maneira bem visual de entender como o Facebook evoluiu na questão da privacidade para o usuário. Quem pode ver e o que. Tem aqui como era em 2005 e como é em 2010. Clicando em qualquer uma delas você vai para o site do cara e pode ver ano a ano.

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The Millennials

Generation Y e mais. Clique para ampliar:

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