A sala de estar

Realizou-se o planejamento e execução do suporte em Social Media para uma promoção. Até então a marca não tinha uma presença digital. E a ideia foi justamente que a promoção servisse como inicio de um processo, com planos de continuidade. Eis que uma consumidora foi premiada e, na página do Facebook, manifestou toda a sua alegria. O que vai acontecer com a menção? Antes mesmo de ser analisada no relatório do monitoramento – que prudentemente o cliente viera a contratar – vai ser feito um print. O atendimento mais ligeiro ou o “cara de Social” farão questão de serem os primeiros a espalhar a boa nova. Enviamos emails orgulhosos pro cliente. Mas quem produziu esse comentário? Não foi Social Media nem a agência. O que fizemos foi criar um ambiente propício para essa manifestação. O que me fez pensar: o quanto do nosso trabalho não é criar salas de estar para os consumidores?

Parque temático X parquinho X playground

Podemos ter salas mais bacanas ou salas furrecas. Nossa sala pode ter TV de 50 polegadas ou pode ter só um radinho de pilha. Nossa “sala” pode piscina e coquetéis como pode ter um banquinho e um caderno. Enfim, é como queremos nos relacionar ou expor. Pirando mais, (vai, pira mais!) podemos fazer um paralelo com a embalagem dos produtos. No fim é tudo ponto de contato!

Balcão de atedimento

O que nossas caprichadas (nem sempre) salas tem por uninimade é um balcão de informações. E como são nossos balcões? Tem gente pra atender ou fica vazio? Anotam os pedidos ou deixam pra lá? Um bedel recolhe e resolve tudo pro dia seguinte? {Falando sério agora[sério digo sem metáforas(até porque estavam me confundindo)]} É alguém do SAC ali? É alguém da agência? É o cliente? É alguém no cliente? É 24/7? PRECISA SER 24/7? É aprovado? É censurado? Funciona? É certo?? É errado??? Sim???? Não????

Não sei; cada caso é um caso; depende; talvez. Tudo serve como resposta. Sempre vai ter alguém defendendo. São tempos de mais caciques do que índios! Tem muito especialista e pouco conhecedor! Tem muito guru e pouco mestre. [ops, panfletário]

 

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“2011: ano decisivo para as mídias sociais”

Lúcido e esclarecedor artigo da Cláudia Valls, analista de mídias sociais e colaboradora do iDigo, que vi no AdNews.

Orinigalmente publicado em: http://www.adnews.com.br/artigos/112470.html

“Li em um site (Freshnetworks.com) que 2011 será o ano em que as mídias sociais tirarão uma folga. Bem, é difícil acreditar nisto, mas uma coisa é verdade: este é o ano em que haverá mudanças para as agências de mídia social e para as marcas. Um artigo recente do jornalista Tim Sanders realmente nos força a pensar nas estratégias de mídias sociais.

O texto é bem provocativo e o conteúdo do post, em essência, excelente. A matéria foi baseada, por sua vez, em um comentário do chairman da Coca Cola em Nairobi, Chris Kirubi: “Você não precisa de estratégias de mídias sociais – você precisa de estratégias de marca que aproveitem as redes sociais. Não se livre da estratégia convencional apenas porque há um novo canal de comunicação – é assim que se perde a noção de marca. Tecnologia é o rabo, não o cão”.

Como você pode imaginar, tal afirmação causou comoção no meio da social media, com seus consultores e analistas irados e enumerando, de forma enfática, a razão de sua existência e a importância de suas profissões. É claro que os consultores e analistas de mídias sociais são, de fato, importantes nos dias de hoje. Mas, ao invés de toda a histeria que se seguiu à afirmação de Kirubi, o que estes profissionais deveriam dizer é que tudo, inclusive as mídias sociais, dá retorno aos objetivos das empresas e às estratégias de marca. E, mais importante: agrega valor à companhia.

O time de estratégia de qualquer negócio tem como objetivo analisar como as mídias sociais podem ser usadas para contribuir na dinâmica da empresa. O que faz com que este time seja essencial para uma companhia é o fato de que muitos dos seus membros vêm de diferentes áreas de trabalho, com diferentes backgrounds, diferentes visões, especialidades e experiências.

Tudo isso ajuda na hora de se chegar ao cerne de como e porque as mídias sociais podem ser usadas em diferentes funções dentro de uma empresa. Por colocar em prática todo este conhecimento de forma pragmática, o conselho especializado legitima a profissão de consultor e analista de mídias sociais.

Há alguns aspectos que devemos considerar quando pensamos em como as mídias sociais podem ser usadas para ir ao encontro dos objetivos das empresas. A chave deste processo é seguir três áreas:

Análise: entender o porquê de você querer usar as mídias sociais, o que já está sendo posto em prática, o que seus consumidores querem e quais os recursos já estão disponíveis em sua empresa.

Escolha de estratégia: depois de levar em conta toda informação colhida em sua análise, o próximo passo é considerar quais ferramentas e conceitos produzirão melhores resultados para sua companhia.

Implementação estratégica: mídia social não é apenas de uma boa ideia ou campanha – trata-se tanto de uma mudança cultural como de uma tecnológica. Esta implementação requer um planejamento apropriado que garanta que a estratégia que você escolheu seja executada de forma que esteja em sincronia com o restante de sua empresa.

Atualmente, a maioria das companhias ou já tentou usar as redes sociais por conta própria ou procurou por agências especializadas para ajudá-las. Desta maneira, estes comércios e organizações estão bem mais informados a respeito do valor desta nova ferramenta de comunicação e saberão quando o que lhes é oferecido não passa de enganação.

Como resultado, os oportunistas “gurus das mídias sociais” simplesmente desaparecerão? Tomara. E haverá um mercado para quem realmente entende de mídias sociais? Claro que sim! Na verdade, 2011 será o ano em que as empresas saberão distinguir entre os dois e escolher o melhor. E nada de folga!

Por Cláudia Valls, analista de mídias sociais e colaboradora do iDigo”

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Nicolas Cage

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I am the Walrus – The Beatles

O Duduzao achou isso aqui. É a letra de I’m the Walrus ilustrada. A primeira coisa que fiz foi pegar o som para acompanhar, então já coloco aqui a música para que faça o mesmo. Simpático.

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Ahã Luana, fuma lá!

Dica do leitor assíduo da Contigo!, @duduzao

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Estou grávida, amor!!!

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Kit Várzea – os trocentos sabores de Kit Kat!

Preparem-se para conhecer a várzea que é Kit Kat na gringa. Como cheguei nesse assunto: @duduzao me presenteou com um Kit Kat Dark (chocolate amargo). Muito bom, delicioso. Daí lembrei que no Japão já houve Kit Kat Wasabi. Sim, isso mesmo: W A S A B I. Haja mente aberta. Daí fui atrás de uma foto para mostrar o Kit Kat verde e descobri a várzea. Basicamente as loucuras vem do Japão. (Essa frase vale muito além do universo de Kit Kat…) Mas algumas das bizarrices (que eventualmente são deliciosas) são de outros cantos do planeta também. Mas os japas são os mais loucos. (Num bom e carinhoso sentido).

Começando então, o tal de Wasabi:

Gosta de frutas? Vai um Kit Kat de manga aí?

Prefere de morango?

Ou melancia??

Uva? Banana???

Quem, como eu, curte sorvete de milho, vai ficar curioso por esse:

Voltando às frutas, que tal juntar tudo num “super” Kit Kat de parfait?

Um “comum” sabor milkshake antes das pirações:

Agora lá vai! Se liga malandro(a)! Kit Kat sabor VINHO, LEMON PEPPER, Ginger Ale, chá com leite e CHEESE CAKE DE LIMÃO! Não é de cheese cake nem de limão, é de cheese cake de limão! Glória irmãos!

 

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